A máscara Hannya representa um demônio feminino ciumento, uma serpente e às vezes um dragão em peças de teatro tradicionais japonesas e danças rituais xintoístas. A máscara possui olhos, boca e dentes ameaçadores e chifres de diabo. Sua expressão é ao mesmo tempo demoníaca, zangada, assustadora, perigosa e atormentada, comovente, melancólica e triste.
Existe um conceito de um inferno, no budismo japonês, em que Hannyas são a representação dos confusos sentimentos humanos como a paixão, ciúme e ódio, todos capazes de transformar homens e mulheres em um terrível monstro. Elas são uma representação de tormento, insanidade, inveja, compulsão, ansiedade e raiva profunda.
A imagem da máscara junto com flores de cerejeira é uma combinação de simboliza a vida breve, que não deve ser desperdiçada por sentimentos ruins.
Junto com uma cobra, a máscara Hannya simboliza o poder feminino e sua dualidade que envolve o lado belo e o lado impulsivo.
Com ondas e flores, a máscara simboliza os fluxos da vida, os altos e baixos, felicidades e tristezas, calma e terror.


















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